Às vezes começa de forma subtil. Lembrar compromissos. Resolver tudo. Decidir por ambos. Garantir que nada falha. Tudo com boa intenção. Tudo “por amor”. Mas, sem nos darmos conta, podemos estar a ocupar um lugar que não nos pertence — o lugar de mãe, e não de esposa. Quando a mulher assume responsabilidades que não são suas, o casamento perde equilíbrio. Ela sobrecarrega-se. Ele afasta-se, desresponsabiliza-se ou sente-se diminuído. E a leveza que deveria existir na relação vai-se perdendo. Não é falta de amor. É excesso de controlo. E, muitas vezes, esse controlo nasce do medo — de falhar, de perder, de não ser suficiente. No Mulheres de Esperança, acreditamos que o casamento é uma parceria entre dois adultos maduros, chamados a caminhar juntos, com responsabilidade, confiança e respeito mútuo. Ajudar não é assumir. Cuidar não é controlar. Amar não é educar. A Palavra lembra-nos que aquilo que foi deixado para trás não deve ser substituído. O plano de Deus para o casamento não é dominação, mas cooperação. Não é peso, mas descanso. Não é controlo, mas confiança. Hoje, fica o convite à reflexão: Estou a agir como parceira… ou como mãe? Há esperança para relações mais leves, mais maduras e mais saudáveis. Ouve o episódio completo do Mulheres de Esperança e partilha com outra mulher que possa precisar desta mensagem. Já fazes parte da nossa comunidade? Segue-nos no Instagram! @rtmmulheresesperanca Esperança para as mulheres de todo o mundo e através das gerações. Encontra esperança hoje! Produção: RTM, a Rádio de Portugal
ME - És esposa ou mãe do teu marido?
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