E se te pedissem para abdicar, durante 30 dias, daquilo que usas para aliviar o teu dia… o que acontecia dentro de ti? Talvez não fosse só incómodo. Talvez fosse inquietação. Porque há uma linha muito ténue entre aquilo que nos ajuda… e aquilo que começa, silenciosamente, a controlar o nosso coração. Nem sempre falamos de “grandes vícios”. Às vezes é o scroll sem fim. As compras “só para aliviar”. A série até tarde porque é o único momento de silêncio. Coisas pequenas. Mas que, aos poucos, deixam de ser escolha… e passam a ser necessidade. A verdade é esta: muitas vezes não estamos à procura de prazer — estamos a fugir de algo. Do cansaço. Da ansiedade. Da solidão. Da sensação de não sermos suficientes. E, sem darmos por isso, começamos a pedir a coisas pequenas… aquilo que só Deus pode dar. Paz. Descanso. Valor. Sentido. Mas nada disso cabe lá. O vazio que sentimos não é um erro. É um sinal. Um sinal de que o nosso coração não foi feito para ser anestesiado… mas para ser sustentado. Talvez hoje não precises de resolver tudo. Talvez o primeiro passo seja só este: Parar. Ser honesta contigo mesma. E perguntar: O que é que eu tenho usado para lidar com o que sinto? O que é que eu estou a tentar não sentir? Para onde é que eu “corro” quando me sinto vazia? Porque a liberdade não está em “deixar tudo”. Está em não viver dominada por aquilo que promete alívio… mas não sustenta. E a boa notícia? Se sentes que tens vivido entre o vício e o vazio… isso não é o fim da tua história. Em Jesus, há descanso verdadeiro. Há recomeços. Há espaço para seres cuidada — sem máscaras, sem esforço. Talvez hoje o teu coração não precise de mais distração… mas de mais presença. ???? Já fazes parte da nossa comunidade? Segue-nos no Instagram! @rtmmulheresesperanca Esperança para as mulheres de todo o mundo e através das gerações. Produção: RTM, a Rádio de Portugal
ME – Entre o Vício e o Vazio.
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