“Onde é que eu errei?” Se és mãe, é provável que já tenhas feito esta pergunta em silêncio… Talvez com um nó na garganta. Talvez com lágrimas que ninguém viu. Quando o teu filho faz escolhas difíceis…quando se afasta…quando segue caminhos que nunca imaginaste… A culpa aparece. Forte. Pesada. Incansável. E começa o ciclo: “Devia ter feito mais.” “Devia ter percebido antes.” “Falhei.” Mas… e se te dissermos que essa culpa não conta a história toda? Ser mãe é amar, cuidar, ensinar, orientar. Mas não é controlar cada decisão, cada pensamento, cada caminho. Há escolhas que são deles. Há caminhos que eles próprios terão de percorrer. A culpa prende-te ao passado. A responsabilidade chama-te ao presente. Responsabilidade diz: “Vou fazer a minha parte.” Culpa diz: “Já estraguei tudo.” E isso não é verdade. Há sempre algo que podes fazer: – Amar, mesmo quando dói – Estar presente, mesmo sem respostas – Orar, mesmo quando tudo parece perdido Porque há um lugar onde tu não consegues chegar…mas Deus chega. Hoje, respira fundo. Larga o peso que não te pertence. E volta ao essencial: - Ser uma mãe presente - Com um coração aberto - E uma esperança firme Se o teu filho está longe… não desistas. O amor continua a ser uma ponte. Não és uma mãe falhada. És uma mãe em processo. E isso… já é muito. Já fazes parte da nossa comunidade? Segue-nos no Instagram! @rtmmulheresesperanca Esperança para as mulheres de todo o mundo e através das gerações. Produção: RTM, a Rádio de Portugal
ME – A culpa materna, o meu filho e os seus maus caminhos.
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