“Será que estou a amar… ou a idolatrar?” Amamos os nossos filhos com tudo o que somos. Queremos protegê-los, defendê-los, evitar que sofram. Mas… e se, sem perceber, estivermos a ir longe demais? Quando o nosso mundo gira apenas à volta deles, quando justificamos tudo o que fazem, quando evitamos dizer “não” para não os magoar…podemos estar a transformar algo bom… em algo absoluto. E é aí que o amor se confunde com idolatria. Um filho não precisa de uma mãe que o coloque num pedestal. Precisa de uma mãe que o prepare para a vida. Porque sem limites, não há segurança. Sem correção, não há crescimento. Sem “nãos”, não há maturidade. Dizer “não” não te faz uma má mãe. Corrigir não é rejeitar. Colocar limites é, muitas vezes, a forma mais profunda de amar. A verdade é esta: um filho que nunca é contrariado pode tornar-se um adulto que não sabe lidar com a vida — nem com os outros. E isso também magoa. Talvez hoje seja o dia de reajustar. De voltares ao teu lugar — não como alguém que serve todas as vontades…mas como alguém que guia, educa e ama com firmeza. Porque tudo o que plantamos hoje…vamos colher amanhã. Ainda vais a tempo. Há esperança. Já fazes parte da nossa comunidade? Segue-nos no Instagram! @rtmmulheresesperanca Esperança para as mulheres de todo o mundo e através das gerações. Produção: RTM, a Rádio de Portugal
ME – Maternidade - Idolatrar os filhos.
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